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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Cozinhando sem estresse

Olá especiais sentados no Nosso Sofá!

Hoje vamos falar sobre algo delicioso e necessário COMIDA!
Tenho notado uma tendência das mulheres não cozinharem em suas casas, acho tão tolo achar que cozinhar é coisa de dona-de-casa, e que mulher moderna não faz isso. Em contrapartida, tem esta moda de glamour da comida, cursos de chef, top chef, que fazem comida para poucos. Mas, e o dia-a-dia como fica? Temos frequentadores habitue de restaurantes, e crianças consumindo cada vez mais alimentos sem qualidade, sem amor.

Não vou entrar neste mérito, só vou dizer que os melhores momentos que vivi com minha mãe foi sentada à mesa saboreando alguma receita dela. Minha mãe é uma cozinheira como poucas, faz e acontece na cozinha, sem a menor dificuldade. Até hoje quando chego na casa dela comento “estou com vontade de comer...” e pronto ela já faz.
Não tornamos menos mulheres, nem menos capazes do que os homens quando pilotamos o fogão, e nem os homens que cozinham se tornam menos “másculos”. Acho mulher que cozinha, mesmo que seja uma única receita, uma mulher completa que tem sua carreira, seus afazeres, mantém a unha linda, e ainda cozinha!

Assim, resolvi compartilhar algumas dicas para cozinha do dia-a-dia, que vamos aprendendo na “marra”, receitas praticas. Eu, amo cozinhar, principalmente quando tem visitas para comer, adoro ver as expressões quando a receita dá muito certo, mas, se estou só não cozinho para mim mesma de modo nenhum, acho muito solitário. Lógico que frequento restaurantes, mas,  balanceio com a comida caseira.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Em vez de perder peso, é melhor incinerar peso (Crônicas Surreais)

Olhando as notícias na Internet, me deparo com a chamada de uma entrevista com uma atriz, e o destaque era para a seguinte fala “Não passo fome, nem vontade, como de tudo, tenho a genética boa, por isso não engordo!”, e nestas horas penso, ou eu sou um ser alienígena, ou esta atriz é que é!

Sinto-me uma tola de evitar certos alimentos, de perder todo meu suor no Pilates, sendo que algumas pessoas não fazem nada disto e pesam metade do que peso.

Por favor né!? Estas mulheres que estão na mídia podiam subestimar menos nossa inteligência e assumir que vivem dizendo não para o chocalate e pão de queijo, e passam metade do dia fazendo algum exercício físico. O fato é que poucas pessoas tem uma genética ou biótipo em que tem dificuldade para ganhar peso, e estas pessoas costumar ser bem magras, e não magras com curvas.

Nestas horas é mais difícil ser mulher. Homem pode até sustentar uma barriguinha sem ser notado, mulher quando aumenta um centímetro, hum! Já tem a atenção de todos.

O que mais me incomoda é que as pessoas nunca estão felizes com a decisão alheia, se você decide que vai comer o que tiver a vontade, logo vem os comentários de que devia se cuidar, emagrecer, entre outros. Se resolve fazer uma reeducação alimentar as pessoas ficam tentando sabotar, e dizem “Nossa mais não dá para resistir à um chopp com porção de batata frita!”, ou o tipo que mais me irrita, aquele sujeito que fica com dó, ele diz “Tem filet à parmegiana no almoço de hoje! Ah! Mais você não pode, coitada!”, poxa, já é difícil adotar novos hábitos, comer saudável durante a semana, e quebrar algumas regras no final de semana, e as pessoas em volta tentando sabotar!

E tem outro tipo, aliás um subtipo do sabotador com dó, o que acha que você deixou de comer tudo, até mesmo coisas que nem gosta, minha mãe se encaixa neste tipo, vira e mexe ela me pergunta “Mas nem um torresmo a pururuca você não vai comer?”. Mas eu não comia antes, porque agora de dieta vou comer, e outra, não estou com fome, é tão difícil entender.

Depois de tudo isto ainda vem dizer que quem está de dieta vive mal humorado. Poxa, experimenta tomar uma decisão, e o mundo inteiro conspirar contra.

Gosto de pensar que incinerei meus quilos, porque se eu falar que perdi corro o risco de encontra-los em alguma esquina, pois, para ganhar um quilo nem percebemos, agora experimentar eliminar este mesmo quilo.
(Imagem Web- Google)


Ainda não inventaram prazer maior do que o de um vestido da adolescência servir na vida adulta, nem sorvete substitui este prazer de saber que seu corpo ainda está enxuto, em contrapartida, não inventaram raiva maior do que não entrar naquele jeans velho de guerra.

A medida que o tempo passa, fico mais ciente de que não existe fórmulas milagrosas, não existe pessoas magras que serão assim para sempre, que não adianta se privar de tudo.

Cada ano que passa entendo mais a necessidade de exercícios físicos que causam prazer (e não obrigação), de uma dieta balanceada, de estar de bem com a vida, de cuidar da saúde, e que tudo isto não se muda em um dia, é um processo lento, e que será para toda vida.